Quarta-feira
08 de Abril de 2026 - 

Controle de Processos

Insira seu usuário e senha para acesso ao software jurídico
Usuário
Senha

Webmail

Clique no botão abaixo para ser direcionado para nosso ambiente de webmail.

Notícias

Receba nossa newsletter

Insira seus dados nos campos abaixo.
Nome
Email

Previsão do tempo

Segunda-feira - Brasília, DF

Máx
26ºC
Min
18ºC
Chuva

Terça-feira - Brasília, DF

Máx
29ºC
Min
18ºC
Chuva

Brasil terá duas juízas e um juiz em programa de cooperação com Corte IDH

Duas magistradas e um magistrado brasileiros vão participar do Programa de Cooperação junto à Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH). A iniciativa prevê atuação direta no tribunal internacional, com o objetivo de fortalecer a formação em direitos humanos e ampliar o diálogo entre o Judiciário brasileiro e o Sistema Interamericano. O edital de seleção foi lançado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em fevereiro deste ano. Os selecionados foram a juíza Flávia Martins de Carvalho, do Tribunal de Justiça de São Paulo; a juíza Ana Inés Algorta Latorre, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região; e o juiz Gilberto Schäfer, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Eles estiveram reunidos, na tarde desta terça-feira (7/4), com o presidente do CNJ, ministro Edson Fachin. “Essa experiência materializa a integração e o apoio do Poder Judiciário brasileiro à Corte, ao sair da dimensão dos compromissos para a dimensão da concretude, de modo que colocamos em altíssimo patamar de importância o trabalho que será feito lá”, afirmou o ministro. “Essa integração com a Corte e com o Poder Judiciário de outros países é fundamental para que possamos criar uma rede institucional de defesa do Estado de Direito Democrático”, complementou Fachin. O programa integra um termo de compromisso firmado entre o CNJ e a Corte IDH para capacitação e apoio institucional, com foco no aprimoramento das capacidades do Poder Judiciário e no intercâmbio de boas práticas jurisdicionais. Os selecionados atuarão por até dois anos na sede da Corte, em San José, na Costa Rica, colaborando com atividades de assessoramento e apoio técnico. Também participaram da reunião o atual presidente da Corte IDH, Rodrigo Mudrovitsch, e a secretária-geral do CNJ, Clara Mota. Seleção e contribuição A seleção para o programa foi conduzida pelo CNJ e ofertou três vagas. Critérios de persidade, como gênero, raça, distribuição regional e origem na magistratura foram observados para a escolha. Também foram considerados requisitos como experiência em direitos humanos, trajetória acadêmica e institucional, além do potencial de contribuição dos candidatos após o retorno ao Brasil. Ao final do programa, os selecionados deverão apresentar relatório institucional, contribuir com a produção de conteúdos formativos para escolas judiciais e participar de ações de disseminação do conhecimento adquirido no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), do CNJ e dos tribunais de origem, a fim de reforçar o compromisso de retorno institucional da experiência. Com isso, a iniciativa busca não apenas qualificar a atuação jurisdicional em direitos humanos, mas também fomentar a formação de lideranças judiciais comprometidas com a promoção desses direitos no Brasil e na região. Agência CNJ de Notícias Número de visualizações: 268
07/04/2026 (00:00)
© 2026 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia
Pressione as teclas CTRL + D para adicionar aos favoritos.